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Entre o arco e a mão.

  • Foto do escritor: danielbarbosa0105
    danielbarbosa0105
  • 9 de mai. de 2025
  • 1 min de leitura

Hoje acordei lembrando que o céu pode parecer limpo, mas ainda assim guardar promessas invisíveis.

Li Gênesis 9 e Atos 3. Dois capítulos que, mesmo tão distantes na Bíblia, se encontraram no meu coração.


Em Gênesis 9, Deus coloca um arco nas nuvens.

Não como enfeite, mas como memória da misericórdia.

Como quem diz: “Eu sei quem vocês são, e mesmo assim continuo com vocês.”


Em Atos 3, Pedro estende a mão para um paralítico.

Sem prata. Sem ouro.

Mas com algo que o levantou e o pôs de pé: o nome de Jesus.


Hoje entendi:

— O arco me lembra que Deus não me destrói, mesmo quando mereço.

— A mão estendida me lembra que Ele também me levanta, mesmo quando me sinto preso.


Charles Spurgeon dizia:

"A misericórdia de Deus é como o arco-íris: aparece depois da tempestade e permanece como prova de que ela não terá a última palavra."


Que eu saiba reconhecer as promessas, mesmo quando não vejo o arco.

E que eu estenda a mão aos que ainda não conseguem andar sozinhos.


Porque a aliança de Deus não é apenas para me proteger.

É para me enviar.


— Daniel Barbosa


 
 
 

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